Sunday, May 25, 2008
Monday, June 4, 2007
Este hotel encontra-se quando nao se perde em profundas obras de remodelação. Brevemente mudaná de instalacoes.
Seja como for, isso não retira brilhantismo a Irvin D. Yalom, que mais tarde falaremos. O condicionalismo; tudo gira em torno do condicionalismo, o se, a dúvida perene e permenente; a inconstância de se amar a incerteza ao viver negociando.
Arthur Schopenhauer e Nietzche transportam demasiado negativismo que Yalom de alguma forma tenta temperar, emprestando viv×encias e enredos a amargos teoremas na arte do pessimismo.
Eventualmente, algum dia conseguirei escrever um post sobre Yalom, Schopenhauer e Companhia.
Seja como for, isso não retira brilhantismo a Irvin D. Yalom, que mais tarde falaremos. O condicionalismo; tudo gira em torno do condicionalismo, o se, a dúvida perene e permenente; a inconstância de se amar a incerteza ao viver negociando.
Arthur Schopenhauer e Nietzche transportam demasiado negativismo que Yalom de alguma forma tenta temperar, emprestando viv×encias e enredos a amargos teoremas na arte do pessimismo.
Eventualmente, algum dia conseguirei escrever um post sobre Yalom, Schopenhauer e Companhia.
Tuesday, May 29, 2007
Monday, May 28, 2007
banda sonora

O silêncio. O direito ao silêncio.
O porquê dos phones? Porque muitas vezes o ruído envolvente é insuportável, e ao ser obrigado a escutar sempre algo, que ao menos esse algo escolha, elija, aceite.
Das terriveís baladas de centro comerciais...
ao som dos travõs do metro, ás buzinas, á sujidade das chamadas em espera, ás batidas como pregos que saltam dos phones do oleoso chaval que acaba de entrar.
Desço a rua com Leonard Cohen, passo entre Bilbau e San Bernardo com Tom Waits, como uma sandes com Miles Davis. Paguei eu a conta, o Charlie Parker não tinha dinheiro.
Encontro Carla Bruni atrás de uma bilheteira ferrujenta, em conversa libidinosa com Jorge Palma que nos confidencia sentir ciúmes de Jacques Brel e de Nina Simone.
- É normal, grita Jeff Buckley enquanto desmaia ao som de Hallelujah.
Passa ao largo Vinicius de Moraes enrolando uma partitura que mais tarde fumará com Caetano, trocando telefones com Zeca Afonso e Billy Joel que
avançam alcatrão fora ao leme de um barco ao som de "My name is nobody" de Enio Moricone em mais um épico de Henry Fonda e Terence Hill.
The End.
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